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08/10/2014

OBSIDIANA: PEDRA TIRA VOCÊ DA ZONA DE CONFORTO

Descubra o que está travando sua vida e supere as dificuldades  Por: Simone Kobayashi
 
Foto: Simone Kobayashi
Estou no caminho certo? Quais meus pontos fortes e fracos? Em que posso melhorar? Se você já se fez uma dessas perguntas, significa que já começou seu processo de evolução como ser humano. Pelo menos, melhorar a cada dia e nos conhecer melhor deveriam ser nossos objetivos principais na vida. Afinal, é para isso que estamos aqui.
O problema é que sempre pensamos que temos tempo suficiente. Mas na verdade não deveríamos ter tempo para desculpas, para a preguiça ou para o comodismo. O tempo é agora, o futuro está mais perto, precisamos mudar já! Primeiro a nós mesmos e, como o tempo é curto, o nosso redor também. Não espere a próxima geração para fazer isso, não viemos para esse mundo de férias. Vamos enxergar o que está travado, no que somos mais resistentes à mudança, quais nossos pontos negativos, nossas sombras, e nos colocar no caminho da evolução.
Nesses casos, a pedra obsidiana pode ajudar a evoluir, a mexer no que está quieto, acomodado e escondido, mas não resolvido."a pedra obsidiana pode ajudar a evoluir, a mexer no que está quieto, acomodado e escondido, mas não resolvido."

O QUE A PEDRA FAZ?

A obsidiana é uma pedra terapêutica, possui uma energia focada que detecta exatamente aquilo que atrapalha nosso conhecimento e crescimento, trabalhando exatamente nisso, mostrando a você o que é e onde incomoda.

COMO A OBSIDIANA ATUA?

Ela trabalha essa energia através de nossa própria vontade de melhoria e perfeição interior. Então, se nosso desejo for pequeno, ela pouco fará. A obsidiana nos ajuda a vencer nossas "arestas", fazendo-nos enfrentá-las conscientemente.
Mas também é uma pedra que tem um lado doce. Quando recorremos a ela em situações extremas, como um grande choque emocional, é capaz de tornar-se receptiva e emitir respostas que logo nos aliviam. Mas como toda pedra escura, a obsidiana preta deve ser empregada com respeito e cautela.

SUGESTÕES DE USO PARA A OBSIDIANA

Utilizar nos Chakras
 
1 - Chakra Básico / 2 - Chakra Sacro / 3 - Chakra Plexo Solar / 4 - Chakra Cardíaco / 5 - Chakra Laríngeo / 6 - Chakra Frontal / 7 - Chakra Coronário
Para aprimoramento do ego, coloque a pedra sobre um dos Chakras inferiores (o Básico, o Sacro ou Plexo Solar), para atrair as energias mais sutis dos Chakras superiores(Coronário e Frontal). Use-a de uma a duas vezes na semana, por, no máximo, 20 minutos. É uma pedra de origem vulcânica, por isso tem uma ligação forte com o fogo. Ela lida com a purificação do ego e quando se faz necessário dá um "sacode" na sua vida e o faz focar no que interessa.
Medite com a pedra
Coloque-se em uma posição confortável, em um lugar tranquilo. Pegue sua pedra para esse exercício e olhe detalhadamente para ela por algum tempo, até ser capaz de fechar os olhos e "vê-la" em todos os seus detalhes.
Assim que conseguir isso, comece a relaxar física e mentalmente, respirando profundamente e deixando os pensamentos fluírem sem querer apagá-los ou detê-los. Quando tiver alcançado um nível razoável de relaxamento, "veja" a pedra em pensamento. Dentro de uma contagem de 1 a 7, ela vai crescendo na sua visualização até ficar do tamanho de uma montanha. Assim que visualizar esse tamanho, você vai para a superfície da pedra e começará a explorá-la, percorrendo-a por fora. Se na sua visualização encontrar alguma entrada e caminho, explore-os também.
Quando ficar satisfeito com suas explorações, volte ao lugar onde começou e conte novamente de 1 a 7, mas dessa vez visualizando a pedra até que ela diminua e volte ao seu tamanho normal. Respire profundamente algumas vezes e movimente-se delicadamente para voltar ao estado de alerta normal e abra os olhos. Escreva tudo o que viu, ouviu ou sentiu durante sua visualização. Essa Meditação lhe ajuda a ter "insights" e movimentar a energia de transformação da obsidiana. Anote tudo o que sentiu e visualizou.
"Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, que o menor, o mais admirável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus caluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim, sou eu mesmo, e precisa da esmola da minha bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar?", C.Jung.

PARA CONTINUAR REFLETINDO SOBRE O TEMA

Gostaria de sair da zona de conforto, tomar as rédeas da sua vida e descobrir seus pontos fortes e fracos? A autora do artigo, Simone Kobayashi, possui uma diferenciada ferramenta holística de autoconhecimento, chamada "Mapa de Análise do Caminho da Vida", que usa a Radiestesia para traçar pontos-chaves na vida de cada um. Clique aqui para saber mais.
Ônix: a pedra da proteção energética
Escolha a pedra certa para você
Pedras e cristais para o dia a dia
SOBRE O AUTOR
É terapeuta holística e autora do livro "Pedras e Cristais - Em Busca do Equilíbrio". Ministra cursos de Geoterapia (em SP e via internet) e de todos os níveis de Reiki. Saiba mais »
contato: simonekn@gmail.com

07/03/2012

ACEITE SEUS EXCESSOS E FALTAS


É possível deixar de lado a autocrítica e se perceber na totalidade (publicado na Revista Personare)
Almejamos a perfeição, queremos ser à prova de falhas, desejamos estar certos, optar corretamente e ter as reações mais corretas 100% do tempo. Não aceitamos ser menos que "perfeitos". Seja por autocrítica, ou para mostrar aos outros, ou mesmo, porque é o que nos foi incutido culturalmente desde pequenos.
Agora, quem é perfeito? Quem não falha? Quem está sempre certo? Eu respondo: ninguém!
Não seria mais humanamente possível o conceito de totalidade, no qual nossas características com seus excessos e faltas são aceitas como partes de nós mesmos? Por exemplo, a raiva como sinalizador dos nossos limites, a preocupação como projeção dos nossos desejos e todas essas características e sentimentos que nos mostram onde e quando temos que melhorar.
Por totalidade entende-se que temos o branco e o preto, além de todas as outras cores; o certo e o errado, além de todas as nuances do mais ou menos, dependendo do ponto de vista e da situação.
A palavra chave é aceitar que temos todas essas nuances. Aceitar é acolher sem julgamentos ou crítica. Aceitar não é gostar, e sim acolher a totalidade de nós mesmos."Aceitar não é gostar, e sim acolher a totalidade de nós mesmos."
É difícil, eu sei. É um trabalho para a vida toda, mas garanto que é recompensador.

APRENDENDO A ACEITAR

Precisamos aceitar que temos características que podem se exceder ou faltar em determinadas situações, aceitar que oscilamos. Aceitar que essas características são parte de nós, que o excesso ou falta só mostra onde temos que aprender, melhorar e evoluir. É com essas oscilações que aprendemos a lidar com nós mesmos. Aceitar que sentimos raiva, preocupação, mágoa, tristeza. E isso faz de nós seres únicos e especiais, com toda a diversidade e humanidade que a experiência da vida nos traz.
Entenda: aceitar não é deixar de sentir ou tentar controlar esses sentimentos que chamamos negativos, eles são sentimentos válidos, pois servem para nos guiar, para sinalizar onde estão nossos limites, nossas feridas, nossas fraquezas. Onde exatamente não estamos plenos e satisfeitos ainda. Em qual área da vida não nos sentimos felizes.
Reflita, e se possível, liste os sentimentos e situações que lhe fazem sofrer de alguma forma.
  • Quais são esses sentimentos e situações que você pode melhorar ou lidar para que se tornem menos nocivos?
  • Quais são os sentimentos e situações que você não tem como modificar? Esses temos que aceitar.
Sugiro praticar a Oração da Serenidade: "...dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu possa, e sabedoria para que eu saiba a diferença".
Não somos perfeitos, mas podemos aceitar nossa complexa totalidade. Oscilando às vezes, mas melhorando sempre.
SOBRE O AUTOR
Simone Kobayashi
Terapeuta Holística. Especialista e estudiosa das pedras e cristais há 15 anos, se dedica à junção de técnicas para o equilíbrio e harmonização, como Cristalopuntura e Reikristal. Saiba mais »

28/02/2012

Movimento e Evolução

Como os ciclos da natureza, estamos sempre nos renovando e acrescentando, o que constitui o mecanismo principal do equilíbrio. Essa é uma visão evolutiva que se baseia na dinâmica entre caos e cosmos, ordem e desordem, equilíbrio e desequilíbrio. Esse movimento constante busca a harmonia, a perfeição, através da dinâmica e acrescentando conhecimento e experiência.



Entendemos (pela visão tradicional chinesa) que existam duas forcas opostas e complementares, em movimento constante, o yin e o yang. O yin é visto como passivo, feminino, escuro e todos os simbolismos relacionados como: a noite, a lua, a emoção, etc; e o yang como ativo, masculino, claro e também suas outras relações como: o dia, o sol, a razão, etc. Nada é absolutamente yin ou yang. Um não existe sem o outro e não existe separação. Um contém em si a semente do outro, atraem-se mutuamente e se repelem ao mesmo tempo, em um movimento constante.

Desse movimento primordial surge (na visão tradicional chinesa) outras manifestações, designadas pelos chineses de os Cinco Movimentos. O ascendente, descendente, centrifugo, centrípeto e equilibrante; que chamamos de Fogo, Água, Madeira, Metal e Terra, respectivamente.
  

10/10/2011

QUAL É O TEOR DA SUA ENERGIA?

(por Zibia Gasparetto)
"...Existem pessoas nutritivas e pessoas sugadoras.

As nutritivas são:

  • Independentes. Cuidam de si, assumem suas próprias necessidades, evitam descrregar seus problemas nos outros, procuram ganhar seu próprio dinheiro.
  • Generosas. Dão os bens que não vão mais utilizar, cooperam com as obras de cunho social. Estão sempre se renovando.
  • Confiantes em si. Estudam as experiências alheias, mas na hora de decidir não perguntam aos outros o que fazer.
  • Otimistas. Em todos os acontecimentos olham os lados positivos. Nunca fazem drama de nada.
  • Respeitosas. Nunca invadem o espaço de ninguém. Aceitam os outros como são sem desejar muda-los.

As sugadoras são:

  • Vítimas. Sofredoras. Quando lhes acontece uma coisa boa, ficam logo esperando uma coisa ruim. Culpam o governo, a sociedade, as pessoas por suas dificuldades.
  • Dependentes. Nunca fazem nada sozinhas. Acham tudo difícil. Sentem-se incapazes.
  • Indecisas. Não têm opinião própria. Só fazem o que os outros dizem.
  • Depressivas. Jamais falam do que já têm, só do que ainda lhes falta. Estão sempre querendo atenção especial das pessoas e revoltam-se quando não são atendidas.
  • Inseguras. Apegam-se a tudo e a todos. Têm medo das mudanças, do novo e do futuro. São ansiosas e dramáticas. Vêem o lado pessimista dos fatos.

Quando você capta energia de pessoa nutritiva, sente-se muito bem. Mas se de repente sente o corpo pesado, boceja, fica deprimida, triste, com dor de cabeça ou enjôo, provavelmente absorveu as energias de uma pessoa sugadora.


Nesse caso, vá para um lugar sossegado e faça o seguinte exercício:

Feche os olhos e pergunte mentalmente de onde vêm essas energias. O rosto da pessoa aparecerá em sua memória. Então, imagine que você está dentro de sua pele e diga com firmeza:
- Eu não quero nada de você... O que é seu é seu. O que é meu é meu. Fico com minha energia. O resto vai sair agora, não quero isso para mim.
Sentirá imediatamente grande alívio. 
Contudo, se você se sente rejeitada pelas pessoas, está na hora de observar quais as energias que você irradia. Elas são responsáveis por tudo que você atrai em sua vida.
Pense nisso."

22/08/2011

Minimamente Feliz de Leila Ferreira, jornalista


A felicidade é a soma das pequenas felicidades. Li essa frase num outdoor em Paris e soube, naquele momento, que meu conceito de felicidade tinha acabado de mudar. Eu já suspeitava que a felicidade com letras maiúsculas não existia, mas dava a ela o benefício da dúvida. Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo. Mas ali, vendo aquele outdoor estrategicamente colocado no meio do meu caminho (que de certa forma coincidia com o meio da minha trajetória de vida), tive certeza de que a felicidade, ao contrário do que nos ensinaram os contos de fadas e os filmes de Hollywood, não é um estado mágico e duradouro.

Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas. Um pôr-de-sol aqui, um beijo ali, uma xícara de café recém-coado, um livro que a gente não consegue fechar, um homem que nos faz sonhar, uma amiga que nos faz rir. São situações e momentos que vamos empilhando com o cuidado e a delicadeza que merecem alegrias de pequeno e médio porte e até grandes (ainda que fugazes) alegrias.

'Eu contabilizo tudo de bom que me aparece', sou adepta da felicidade homeopática. 'Se o zíper daquele vestido que eu adoro volta a fechar (ufa!) ou se pego um congestionamento muito menor do que eu
esperava, tenho consciência de que são momentos de felicidade e vivo cada segundo.

Alguns crescem esperando a felicidade com maiúsculas e na primeira pessoa do plural: 'Eu me imaginava sempre com um homem lindo do lado, dizendo que me amava e me levando pra lugares mágicos Agora, se descobre que dá pra ser feliz no singular: 'Quando estou na estrada dirigindo e ouvindo as músicas que eu amo, é um momento de pura felicidade. Olho a paisagem, canto, sinto um bem-estar indescritível'.

Uma empresária que conheci recentemente me contou que estava falando e rindo sozinha quando o marido chegou em casa. Assustado, ele perguntou com quem ela estava conversando: 'Comigo mesma', respondeu. 'Adoro conversar com pessoas inteligentes'.
Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes, a empresária trocou os roteiros fantasiosos por prazeres mais simples e aprendeu duas lições básicas: que podemos viver momentos ótimos mesmo não estando acompanhadas e que não tem sentido esperar até que um fato mágico nos faça felizes.

Esperar para ser feliz, aliás, é um esporte que abandonei há tempos. E faz parte da minha 'dieta de felicidade' o uso moderadíssimo da palavra 'quando'. Aquela história de 'quando eu ganhar na Mega Sena', 'quando eu me casar', 'quando tiver filhos', 'quando meus filhos crescerem', 'quando eu tiver um emprego fabuloso' ou 'quando encontrar um homem que me mereça', tudo isso serve apenas para nos distrair e nos fazer esquecer da felicidade de hoje. Esperar o príncipe encantado, por exemplo, tem coisa mais sem sentido? Mesmo porque quase sempre os súditos são mais interessantes do que os príncipes; ou você acha que a Camilla Parker-Bowles está mais bem servida do que a Victoria Beckham?

Como tantos já disseram tantas vezes, aproveitem o momento, amigos. E quem for ruim de contas recorra à calculadora para ir somando as pequenas felicidades. Podem até dizer que nos falta ambição, que essa soma de pequenas alegrias é uma operação matemática muito modesta para os nossos tempos. Que digam...
Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.

16/04/2007

Em Busca do Equilíbrio

Momentos de conflito são normais, o exagero nas reações e percepções desses momentos é que se transformam em desequilíbrios. Como a submissão, a dúvida, a carência, a possessividade, a desatenção, etc. Os desequilíbrios são muitos, mas a facilidade de demonstrar o que sente e ser verdadeiro é uma busca da pureza e clareza infantil que um dia todos tivemos, ainda que com uma maior experiência (idade) nós adquirimos um outro "dom", a consciência. Trabalhar esses processos é acrescentar a habilidade de lidar com os sentimentos de uma forma mais consciente, leve e saudável.

A intenção principal do desequilíbrio é à busca do equilíbrio, e as terapias holísticas, como a Holopuntura, os Florais, o Reiki, a Geoterapia / Cristaloterapia, etc, são ferramentas de suporte para enfrentar o desafio de se auto-superar. Mas a alavanca será sempre o desequilíbrio, ou em outras palavras, o aspecto negativo, não no sentido pejorativo, mas construtivo. Assim, enxergamos o desequilíbrio, o negativo, a crise, etc, como parte de um processo, o início de um movimento de aperfeiçoamento.

A Terapia Holística, que usa uma somatória de técnicas milenares e modernas, com a utilização das pedras e cristais como estímulos nessas técnicas como a Holopuntura, Auriculoterapia, Reflexologia, Reiki, etc, torna-as, ainda mais eficientes, suaves e naturais, para a busca de autoconhecimento e equilíbrio, e no aumento da capacidade de superar obstáculos, alcançando a harmonia e realização interior.

A Terapia Holística não faz mágica, não muda situações da vida, mas ajuda a mudar a percepção dessas situações, trazendo-as a luz da Verdade Interior.

Trecho do livro "Pedras e Cristais: Em Busca do Equilíbrio" Simone Kobayashi de Noronha

A Consciência Não É Um Conceito. É Uma Prática.

Vivemos em uma época que oferece acesso ilimitado à informação. Podemos aprender sobre emoções, comportamento, espiritualidade, neuroci...