25/04/2012

CONHEÇA OS NÍVEIS DE APRENDIZADO DO REIKI

Por meio de cursos, aluno pode aplicar técnica e se beneficiar dela

O Reiki é uma técnica japonesa de canalização de energia, passada através do toque das mãos para a harmonização dos corpos físico, emocional, mental e energético. O Reiki equilibra e energiza, levando a uma maior harmonia. É uma técnica suave e natural que nos ajuda a buscar uma maneira melhor de lidarmos com nossas emoções, nossos pensamentos e situações da vida.
Para aprender essa técnica, são ministrados cursos que estão divididos em três níveis, mais o mestrado. Mas vale lembrar que não necessariamente a pessoa que começar fazendo o Reiki 1 terá que ir até o mestrado. Afinal, a ideia é cada um obedecer seu próprio tempo e buscar o que lhe é mais prioritário, seguindo ou não pelos níveis até o final. A partir do Reiki 1, a pessoa já é considerada reikiana e se beneficiará da técnica.
Os cursos são sempre ministrados por um mestre Reiki, e o tempo de duração poderá variar de acordo com o jeito de cada profissional ministrar os cursos. Busque sempre informações sobre o profissional e o curso, de preferência com quem já participou de um. Claro que aquelas pessoas que não desejam se especializar na técnica poderão se beneficiar somente com o atendimento do Reiki.
Dentro dos conteúdos dos níveis, temos a parte teórica e a prática. Na parte teórica, são apresentados os fundamentos do Reiki, o conceito, a história, os benefícios da técnica e seu funcionamento, os cinco princípios, os símbolos e suas características, as posições e as técnicas para aplicação.
Além da divisão para aprendizado de técnicas diferentes em cada nível, temos focos diferentes em cada um dos níveis.

REIKI NÍVEL 1

Foca na própria pessoa, em especial na sua limpeza energética e equilíbrio. O iniciado aprende a prática da autoaplicação e passa pelo ritual de iniciação, o que propicia uma proteção energética, garantindo uma energia mais equilibrada e harmônica.

REIKI NÍVEL 2

Essa parte do curso foca nos aspectos emocionais e mentais. Atua de uma forma especial, promovendo uma transformação nos padrões emocionais e mentais da pessoa que o pratica. Não é a toa que esse nível é chamado de "transformação". Na parte prática desse nível, o reikiano aperfeiçoa técnicas para aplicação do Reiki nas pessoas próximas, familiares e amigos.

REIKI NÍVEL 3

Nesse nível, o aluno já tem uma visão do quanto o Reiki passou a ser importante para si mesmo e como pode beneficiar-se com ele. Vibra-se no Amor Incondicional, que não julga e não impõe condições, que leva a vontade de passar aos outros, ajudar o próximo, fazer a diferença. Esse é o foco principal desse nível: fazer a diferença, ser a ação de mudança. Nesse nível de Reiki, aprendemos técnicas de Reiki à distância e Reiki para grupos de pessoas, ou seja, o reikiano é capacitado a enviar energia, equilibrar e harmonizar o seu entorno. É também conhecido como o nível do Mestre Interior.

REIKI NÍVEL 3 MESTRADO

Foca na profundidade de conhecimento, preparando a pessoa para ser responsável pela formação de outros reikianos que queiram iniciar-se. É como uma potencialidade que poderá ser colocada em prática, mas pode também funcionar apenas na busca de conhecimentos mais profundos, assim como ver, apreender e assimilar os símbolos do nível. Nesse nível o praticante também discute e pensa sobre alguns conceitos como tempo, equilíbrio, dualidade e crise.
O Mestrado é o momento do "eu estou pronto", e supõe a vontade pela busca de conhecimento, o ampliar e o expandir do nosso interior para um ser humano pensante, mais consciente e atuante.
SOBRE O AUTOR
Simone Kobayashi
Terapeuta Holística. Especialista e estudiosa das pedras e cristais há 15 anos, se dedica à junção de técnicas para o equilíbrio e harmonização, como Cristalopuntura e Reikristal. Saiba mais »
contato: simone@holisticaonline.com.br

DESCUBRA COMO O REIKI ATUA

Técnica de imposição das mãos oferece mais equilíbrio e harmonia

Reiki é uma técnica que faz uso da energia cósmica e universal, captada diretamente pela pessoa que está sintonizada com ela, o reikiano. Essa captação se dá por uma sintonização mental onde a energia Reiki entra pelo chakra coronário (alto da cabeça), passa pelo chakra cardíaco (coração) e é distribuída pelas mãos. O reikiano pode e deve estar vibrando amor incondicional, pois assim a energia flui com maior rapidez e eficácia.
Na aplicação do Reiki, há uma recomposição da energia vibracional da pessoa que recebe o Reiki, também conhecida como aura. Como a vibração da energia Reiki é de frequência mais alta, as energias dissonantes presentes na pessoa que o está recebendo, tendem a buscar o equilíbrio. Ou seja, aumentam o padrão vibratório, limpando e reativando os centros de energia, meridianos e padrões energéticos, e principalmente, fazendo com que a energia flua em perfeita harmonia e equilíbrio.
As energias de frequências mais lentas, causadas pelas disfunções e desequilíbrios emocionais, mentais e físicos são revigoradas. Isso resulta na dissolução e eliminação de bloqueios como excesso de preocupação, tensões, conflitos diversos e baixa autoestima, promovendo o equilíbrio do ser em todos os níveis, de forma gradual e uniforme.
O Reiki penetra no corpo físico e nos corpos sutis de quem o recebe, energiza os chakras (centros de energia do corpo) e recarrega os nadis (condutos energéticos dos chakras). A energia Reiki flui na quantidade e na intensidade precisa para suprir a necessidade da pessoa que o recebe, bastando canalizar e emanar com a intenção do bem maior.

REIKI COMO TRATAMENTO COMPLEMENTAR

O Reiki tem um sistema metódico, mas de grande simplicidade. A técnica pode complementar todos os tipos de tratamentos e terapias, sejam eles de saúde ou holísticos, ampliando os efeitos positivos dessas técnicas sem qualquer contraindicação.
O Reiki é uma técnica de terapia holística, pois ativa o sistema de autoequilíbrio pessoal através da harmonização de energias, e permite entrar em contato com a harmonia e o equilíbrio, ou seja, sua essência humana e divina.
O Reiki traz a verdade da pessoa, uma maior compreensão do seu universo e, com isso, a eliminação dos conflitos internos e externos. A partir daí, a pessoa reassume seu bem-estar e sua ligação de amor consigo mesma, retornando ao seu estado original de equilíbrio, saúde, sucesso, harmonia, paz e felicidade.
No dia-a-dia podemos absorver e/ou reter energia em forma de emoções negativas, como mágoas, medos, raiva e inveja, sem perceber. Quando isso acontece, as energias negativas podem chegar ao nível do físico, causando incômodos, mal-estar, dores e desequilíbrios físicos. Para interromper esse processo, o Reiki ajuda a identificar a fonte desse sentimento e revertê-lo, criando emoções, primeiro menos nocivas, depois neutras e passando para positivas. A reação natural do corpo físico é, neste caso, de se equilibrar.
O Reiki é usado tanto para a autoaplicação quanto para aplicação em outras pessoas, ambientes, objetos e animais. Quando se aplica o Reiki, tanto o reikiano quanto o cliente se beneficiam dessa energia. Todo esse processo ocorre sem perda de energia (Ki) por parte do reikiano, pois a energia utilizada não é a dele e sim a do Universo. Isso evita, portanto, desgaste para quem aplica. A energia Reiki que passa através do reikiano para o cliente ou ambiente, também equilibra o primeiro.

É PRECISO ACREDITAR QUE O REIKI FUNCIONA?

Não é necessário acreditar no Reiki para que ele se propague ou faça efeito. Ele independe de nosso estado físico, mental ou emocional para agir. O Reiki não é uma doutrina ou religião, não está vinculado a nenhuma seita ou tradição e não se submete a nenhuma outra lei que não seja a da Energia Cósmica Universal, a Luz Pura e Divina.
Quando se é iniciado em Reiki, a pessoa desperta a sua essência, a sua ligação com o Cosmo. É um ato de união entre a essência divina do universo e a essência divina do seu ser. Ser reikiano é transcender os limites que os sentimentos e pensamentos mal resolvidos causam ao ser humano, é se colocar em plena harmonia com o todo.
SOBRE O AUTOR
Simone Kobayashi
Terapeuta Holística. Especialista e estudiosa das pedras e cristais há 15 anos, se dedica à junção de técnicas para o equilíbrio e harmonização, como Cristalopuntura e Reikristal. Saiba mais »

23/03/2012

Bom pra Você!

Faça o que é bom
Sinta o que é bom
Pense o que é bom
Bom pra você!

Coma o que é bom

Veja o que é bom
Volte ao que é bom
Bom pra você!

Guarda pro final
Aquele sabor genial
Se é genial pra você!
Tente o que é bom
Permita o que é bom
Descubra o que é bom
Bom pra você!

Então beije o que é bom
Mostre o que é bom
Excite o que é bom
Bom pra você!

Um dia você me conta
Um dia você me apronta
Um resumo
Do supra-sumo do seu prazer
Um resumo
Do supra-sumo do seu prazer

Pese o que é bom
Perceba o que é bom
Decida o que é bom
Pra você
Decida o que é bom pra você...
(Zelia Duncan)

07/03/2012

ACEITE SEUS EXCESSOS E FALTAS


É possível deixar de lado a autocrítica e se perceber na totalidade (publicado na Revista Personare)
Almejamos a perfeição, queremos ser à prova de falhas, desejamos estar certos, optar corretamente e ter as reações mais corretas 100% do tempo. Não aceitamos ser menos que "perfeitos". Seja por autocrítica, ou para mostrar aos outros, ou mesmo, porque é o que nos foi incutido culturalmente desde pequenos.
Agora, quem é perfeito? Quem não falha? Quem está sempre certo? Eu respondo: ninguém!
Não seria mais humanamente possível o conceito de totalidade, no qual nossas características com seus excessos e faltas são aceitas como partes de nós mesmos? Por exemplo, a raiva como sinalizador dos nossos limites, a preocupação como projeção dos nossos desejos e todas essas características e sentimentos que nos mostram onde e quando temos que melhorar.
Por totalidade entende-se que temos o branco e o preto, além de todas as outras cores; o certo e o errado, além de todas as nuances do mais ou menos, dependendo do ponto de vista e da situação.
A palavra chave é aceitar que temos todas essas nuances. Aceitar é acolher sem julgamentos ou crítica. Aceitar não é gostar, e sim acolher a totalidade de nós mesmos."Aceitar não é gostar, e sim acolher a totalidade de nós mesmos."
É difícil, eu sei. É um trabalho para a vida toda, mas garanto que é recompensador.

APRENDENDO A ACEITAR

Precisamos aceitar que temos características que podem se exceder ou faltar em determinadas situações, aceitar que oscilamos. Aceitar que essas características são parte de nós, que o excesso ou falta só mostra onde temos que aprender, melhorar e evoluir. É com essas oscilações que aprendemos a lidar com nós mesmos. Aceitar que sentimos raiva, preocupação, mágoa, tristeza. E isso faz de nós seres únicos e especiais, com toda a diversidade e humanidade que a experiência da vida nos traz.
Entenda: aceitar não é deixar de sentir ou tentar controlar esses sentimentos que chamamos negativos, eles são sentimentos válidos, pois servem para nos guiar, para sinalizar onde estão nossos limites, nossas feridas, nossas fraquezas. Onde exatamente não estamos plenos e satisfeitos ainda. Em qual área da vida não nos sentimos felizes.
Reflita, e se possível, liste os sentimentos e situações que lhe fazem sofrer de alguma forma.
  • Quais são esses sentimentos e situações que você pode melhorar ou lidar para que se tornem menos nocivos?
  • Quais são os sentimentos e situações que você não tem como modificar? Esses temos que aceitar.
Sugiro praticar a Oração da Serenidade: "...dai-me a serenidade para aceitar as coisas que eu não posso mudar, coragem para mudar as coisas que eu possa, e sabedoria para que eu saiba a diferença".
Não somos perfeitos, mas podemos aceitar nossa complexa totalidade. Oscilando às vezes, mas melhorando sempre.
SOBRE O AUTOR
Simone Kobayashi
Terapeuta Holística. Especialista e estudiosa das pedras e cristais há 15 anos, se dedica à junção de técnicas para o equilíbrio e harmonização, como Cristalopuntura e Reikristal. Saiba mais »

28/02/2012

Movimento e Evolução

Como os ciclos da natureza, estamos sempre nos renovando e acrescentando, o que constitui o mecanismo principal do equilíbrio. Essa é uma visão evolutiva que se baseia na dinâmica entre caos e cosmos, ordem e desordem, equilíbrio e desequilíbrio. Esse movimento constante busca a harmonia, a perfeição, através da dinâmica e acrescentando conhecimento e experiência.



Entendemos (pela visão tradicional chinesa) que existam duas forcas opostas e complementares, em movimento constante, o yin e o yang. O yin é visto como passivo, feminino, escuro e todos os simbolismos relacionados como: a noite, a lua, a emoção, etc; e o yang como ativo, masculino, claro e também suas outras relações como: o dia, o sol, a razão, etc. Nada é absolutamente yin ou yang. Um não existe sem o outro e não existe separação. Um contém em si a semente do outro, atraem-se mutuamente e se repelem ao mesmo tempo, em um movimento constante.

Desse movimento primordial surge (na visão tradicional chinesa) outras manifestações, designadas pelos chineses de os Cinco Movimentos. O ascendente, descendente, centrifugo, centrípeto e equilibrante; que chamamos de Fogo, Água, Madeira, Metal e Terra, respectivamente.
  

A Consciência Não É Um Conceito. É Uma Prática.

Vivemos em uma época que oferece acesso ilimitado à informação. Podemos aprender sobre emoções, comportamento, espiritualidade, neuroci...